terça-feira, 31 de julho de 2012

A vovozinha que gosta de outra vovozinha

Envelhecer ao lado de quem você ama... Coisa linda, não é? Hoje em dia vemos muitos casais de mulheres de 16 a 35 anos por aí, mas e as "vovozinhas"? Vídeo bem legal de um programa que passou na "TV Brasil" e teve participação das meninas da Editora Malagueta. Eu curti muito e espero que vocês também curtam!


terça-feira, 13 de março de 2012

Todo adulto gay foi uma criança gay

 " “Meu filho mais velho tem seis anos e está apaixonado pela primeira vez. Ele está apaixonado pelo Blaine de Glee.

Para quem não sabe, Blaine é um garoto… um garoto gay, namorado de um dos personagens principais, Kurt.

Não é um amor do tipo “ele acha o Blaine muito maneiro”. É do tipo de amor em que ele devaneia olhando para uma foto de Blaine por meia hora seguido por um ávido “ele é tão lindo”.

Ele adora o episódio em que os dois meninos se beijam. Meu filho chama as pessoas que estão em outros cômodos pra ter certeza de que não perderão "sua parte favorita”. Ele volta o video e assiste de novo… e obriga os outros a fazerem o mesmo, se achar que as pessoas não prestaram atenção suficiente. 

Essa obsessão não preocupa a mim e a seu pai. Nós vivemos em uma vizinhança liberal, muitos de nossas amigos são gays e a ideia de ter um filho gay não é algo que nos preocupa. Nosso filho vai ser quem ele é, e amá-lo é nosso dever. Ponto final.

E também, ele tem seis anos. Crianças nessa idade ficam obcecadas com todo tipo de coisa. Isso pode não significar nada. Nós sempre brincamos que ou ele é gay ou nós temos a melhor chantagem na história da humanidade quando ele tiver 16 anos e for hétero. (Toma essa, fotos tomanho banho.)

E então, dia desses estávamos viajando para outra cidade ouvindo (é claro) o CD dos Warblers, e no meio da música Candles, meu filho, do banco de trás, fala:

“Mamãe, Kurt e Blaine são namorados.”
“São sim,” eu confirmo.
"Eles não gostam de beijar meninas. Eles só beijam meninos.”
“É verdade.”
“Mamãe, eles são iguais a mim.”
“Isso é ótimo, querido. Você sabe que eu te amo de qualquer forma?”
“Eu sei…” Eu podia ouví-lo rolando os olhos pra mim.

Quando chegamos em casa, eu contei da conversa para o pai dele, e nós simplesmente olhamos um nos olhos do outro por um momento. E então, sorrimos.

“Então se aos 16 anos ele quiser fazer o grande anúncio na mesa de jantar, poderemos dizer ‘Você disse isso pra gente quando tinha 6 anos. Passe as cenouras’ e ele ficará decepcionado por roubarmos o grande momento dramático dele’, meu marido diz rindo e me abraça.

Só o tempo dirá se meu filho é gay, mas se for, estou feliz que ele seja meu. Eu estou feliz que ele tenha nascido na nossa família. Uma família cheia de pessoas que o amarão e o aceitarão. Pessoas que jamais vão querer que ele mude. Com pais que não veem a hora de dançarem no casamento dele.

E eu tenho que admitir, Blaine seria realmente um genro fofo.

(postado em 15/08/11, original aqui)

---

São duas e meia da manhã e eu estou olhando para a tela do computador. Dentro de cerca de quatro horas eu preciso estar acordada pra levar meu filho pra escola e ir pro trabalho. Ao invés disso, estou quebrando a cabeça tentando descobrir o que dizer para um adolescente cujos pais estão fazendo de sua vida um inferno.

Minha vida não foi sempre assim.

Eu escrevi o que eu achava que era uma pequena história fofa e inocente sobre meu filho mais velho e seu amor por um personagem de um programa popular de televisão, e como isso acabou o levando a me contar que ele queria beijar meninos e não meninas. Eu, ingenuamente, coloquei isso na Internet, pensando que talvez alguns fãs da série ou do ator achariam fofo também.

12 horas depois, essa história foi “curtida” e reblogada mais de 20 mil vez.
24 horas depois, foi colocada na página inicial do Out.com.
36 horas depois, Dan Savage estava blogando sobre ela.
48 depois, o Trevor Project posta sobre ela no Facebook.

Foi impressionante. Mais que isso, foi de quebrar o coração. Por causa de toda a exposição, vieram comentários e uma caixa de entrada cheia.

Eu consigo lidar com comentários negativos. Pessoas dizem que meu filho é muito novo para assistir à série. Que eu não deveria estar escrevendo sobre meu filho sendo ele tão novo. Que minhas piadas são ruins. Eu consigo olhar pra tudo isso imparcialmente e concordar que eles tem alguma razão (ainda que eu nem sempre concorde).

O que eu não consigo lidar é com centenas de pessoas dizendo que gostariam que eu fosse a mãe deles. Centenas de pessoas me dizendo que eu mereço prêmios. E, pior, pessoas dizendo que eu sou uma mãe perfeita.

Eu simplesmente não sou tão legal assim.

Eu me esforço pra ser uma boa mãe, mas eu não estou nem entre as 25 melhores mães que conheço. Eu sou aquela mãe que fala irritantemente alto. Eu nunca nem tentei ler um livro sobre bebês. Eu danço ska com meu marido no meio de lojas quando estou entediada e faço meus filhos desejarem morrer de tanta vergonha. E isso é só o começo.

Mas aí estão todas essas pessoas online dizendo quão boa eu sou. E o que eu fiz? Eu disse que amava meu filho incondicionalmente. Isso é algo tão raro que as pessoas precisam parar pra falar sobre? Eu não pensava assim, mas agora começo a me perguntar.

Porque a parte que realmente quebra meu coração são as mensagens na minha caixa de entrada. Aquelas que vêm de crianças cujos pais evidentemente falharam na parte mais importante de ser pai ou mãe: de fato amar seu filho. Os comentários são simples e devastadores, e quase sempre terminam da mesma forma: me agradecendo por amar meu próprio filho.

Eu respondo a todos, no escritório enquanto deveria estar trabalhando, e tarde da noite no sofá quando eu deveria ter ido dormir há horas. Não responder não é uma opção para mim. Eu preciso fazê-lo. Eu preciso que essas crianças saibam que eu li suas palavras. Que eles merecem o melhor. Que eles significam algo pra mim.

Não é tudo ruim. Um garoto de 14 anos me disse que acabou de sair do armário para os pais. Eu respondi parabenizando-o e perguntei como foi. E então eu sentei, ansiosa, esperando que ele respondesse, e ele apareceu um minuto depois dizendo que “tudo correu muito bem!”.

Mas infelizmente, os comentários que me fazem sorrir e rir são uma minoria. A maioria deles são como o que eu estou vendo nesse momento. Uma criança de coração partido que deseja desesperadamente que sua mãe pare de lhe dizer coisas horríveis. Um menino que deseja que sua mãe ainda o ame.

Eu vou achar alguma coisa pra dizer pra ele, mas eu sei que não vai ser o suficiente.

Eu quero viver em um mundo onde aquela histórinha boba que eu escrevi não tem nada de especial, é apenas uma bobagem sobre um garotinho e seu amor por um garoto de blazer.

(postado em agosto, original aqui)

---

No dia 16 de agosto eu aprendi o significado de “viral”.

Eu escrevi um texto sobre meu filho mais velho e seu amor por um popular personagem gay da televisão, o Blaine de Glee, e como sua paixonite o levou a me contar que ele queria beijar garotos e não garotas. Eu, ingenuamente, postei isso em meu blog, achando que alguns fãs da série achariam fofo.

Dentro de 24 horas ele havia sido repostado e “curtido” mais de 30 mil vezes no site do blog. Não demorou muito até que as mensagens começassem a lotar a caixa de entrada, outros sites começarem a postar e as pessoas a comentarem. A recepção pela esmagadora maioria foi positiva. O que eu pensei que era uma simples história sobre meu filho e minha família claramente tocou fundo em muitas pessoas.

Também deixou muitas pessoas desconfortáveis. Das críticas, a mais comum é que meu filho tem seis anos de idade e não sabe nada sobre sexo. Ainda que eu tenha certeza de que isso não diz nada de definitivo a respeito da orientação sexual do meu filho, eu rejeito a ideia de que ser gay diz respeito apenas a atos sexuais. Nossas emoções e sentimentos, nossas atrações e compulsões, tudo contribui, não apenas as partes do nosso corpo. Se meu filho estivesse apaixonado pela atriz principal de iCarly, eu duvido que as pessoas diriam que ele é muito jovem pra ter sentimentos sexuais por uma garota. Eu acredito que pensariam que é apenas uma paixonite inocente de menino, o que é exatamente o que isso é. Além disso, pra cada comentário que eu lia dizendo que meu filho era muito novo, havia vários outros de adultos dizendo “eu também sabia quando era pequeno”.

Isso tudo me fez pensar e depois de um tempo eu comcei a sentir como se eu soubesse um grande segredo que não deveria de maneira alguma ser um segredo:todo adulto gay foi uma criança gay. Não é como se todas as crianças começassem héteros até que algum tempo depois alguém ligasse o “botão gay”.

As palavras horríveis e cheias de ódio das Michelle Bachmann da vida são levadas a um novo nível de repugnância quando as imaginamos sendo gritadas a um grupo de crianças na pré-escola ou primeira série. Eles são anti-naturais. Eles são pecadores. Eles vão pro inferno. Eles são sujos, errados e doentes.

Essas pessoas diriam para o meu garotinho inocente (que no momento quer ser um bombeiro-ninja quando crescer) que ele é a maior ameaça existente para a família americana… porque ele quer beijar meninos e não meninas.

A realidade é que eles estão enfiando essas palavras de ignorância e ódio na cabeça de crianças gays todos os dias. E essas crianças estão ouvindo isso. Eu sei porque muitas dessas crianças agora estão me escrevendo. Crianças de 14 anos me mandaram mensagens. Tantas delas são crianças assustadas, que obviamente não escolheram isso pra si mesmas, vivendo com medo de que suas famílias descubram porque sabem o que seu pai e sua mãe vão dizer. E eles me dizem que gostariam que eu fosse a mãe deles.

Eu quero deixar toda essa conversa, todas essas mentiras, todo esse ódio, longe dessas crianças. Claro, há um problema inerente nisso. Nós não podemos saber quem são as crianças gays só de olhar, e comportamento não é um indicador preciso (algumas meninas héteros são “moleques” e alguns meninos gays adoram brincar de carrinho). A única maneira de saber a orientação sexual de alguém é a pessoa nos contando, o que para alguns não acontece até a vida adulta.

Então, a solução é óbvia pra mim. Manter isso longe de todas as nossas crianças. É minha responsabilidade como mãe, como ser humano, levantar e dizer “basta”. Não, você não pode dizer essas coisas na frente dos meus filhos, a menos que você queira lidar comigo. Porque eu não vou permitir que nenhum dos meus filhos seja maldosmente atacado sem que eu os defenda. Eles nunca terão que duvidar sequer por um segundo pelo quê seus pais lutam, e nunca terão que viver com medo de quem são.

Porque desde 16 de agosto, eu aprendi que ódio é o vírus com qual temos que nos preocupar.

(postado em 03/10/11, original aqui - ênfases minhas)"

Post interessantíssimo by Blog Minoria é a mãe

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pensamentos, divagações, sentimentos...

Ultimamente cheguei à conclusão de que o namoro é essencial para o crescimento de uma pessoa. Se aprende muito de si mesmo quando você está namorando, ou melhor, quando você está “enamorado”. Quando se está assim é uma das únicas ocasiões em que uma pessoa admite alegremente estar “boba” ou “com cara de bocó”, ou ainda se comportando do modo como sempre criticou e debochou nas outras pessoas. Há quem diga que você só conhece uma pessoa quando a vê com raiva, ou seja, quando ela perde a razão completamente, quando está fora de si. A paixão também faz isso com você.


Usando-me como exemplo, eu já “perdi a razão” ou fiquei “fora de mim”, mais em um ano de namoro, do que em 19 anos de vida. Antes de namorar raramente eu “não gostava” de uma pessoa, com o namoro eu passei a ter implicância até com nomes. Sério! Pode ser (e provavelmente é) infantil, mas é verdade. Você fica sensível, sente até por um “oi” mal dado. Fica com ciúme de um elogio que fazem, mesmo sabendo ser merecido. Fica com ciúme de um sorriso porque não foi dirigido a você. Acho que quando você se apaixona, ou ama, - ou ambos, - pela primeira vez, de alguma maneira você amadurece muito. Tem que lidar com suas próprias infantilidades e com a da outra pessoa. Tem que lidar com os seus sentimentos novos e intensos, e com os sentimentos da outra pessoa também. Inconscientemente imagina mil cenas e sem querer faz mil planos românticos – que se você for um pouquinho racional, sabe que provavelmente boa parte deles, não vai acontecer. Você tem que lidar com essas coisas novas que você nunca sentiu antes, a sensibilidade, os ciúmes, as expectativas, os desejos, a vulnerabilidade.


No começo é uma ansiedade e expectativa, um medo e um frisson, frio na barriga e nervosismo.

 Depois uma sensação boa, que te enche de felicidade. Sensação de que ninguém nesse mundo conhece você como aquela pessoa, ninguém está tão próximo de você. Sensação de finalmente ter alguém com quem dividir suas alegrias, suas tristezas, seus medos, tudo. Você quer abraçá-la nos momentos ruins e nos momentos bons. É aí que vêm os tais planos, expectativas, ciúmes, e algumas outras coisas que trazem certa dose de frustração.


No final, quando “acaba”, é uma sensação estranha. Sensação de “tudo bem, vai passar” com um profundo aperto no peito. Sensação de raiva, mágoa, amor, mágoa, decepção e raiva. É estranho sentir coisas tão controversas por alguém.

Pessoalmente falando é passar os dias tentando evitar certos pensamentos, tentando ocupar a cabeça, e dormir e sonhar com tudo que evitou. Não ter um sonho um dia ou algumas vezes na semana mas TODOS os dias, sem exceção.

(Sabe quando você sabe que NADA justifica determinada coisa, e mesmo assim gostaria de ter tido uma explicação? E aquilo fica martelando na tua cabeça. E ao invés disso você recebe a prova do quanto foi subestimada e pouco considerada.)

Não pense também que quando “acaba”, você deixa de perder a razão, não, não é “fácil” assim. Há ocasiões em que é necessário deixar tudo vir à tona para expurgar e aliviar. Mas depois a racionalidade pode tomar conta de novo, e tudo pode ser “seguro” novamente. Ainda está sentindo, ainda está lá dentro, está doendo, mas não deixa mais tomar conta de você. Você evita, ao máximo. Mas se pintar uma recaída é só colocar tudo pra fora de novo. Até que não sinta mais vontade. O tempo que isso demora, eu não sei dizer. Acho que ninguém sabe. Acho que ninguém precisa saber.

sábado, 12 de novembro de 2011

Data especial

Hoje é um dia especial pra mim, por dois motivos: um deles é que hoje é o casamento de um ente muito querido, e estou muito feliz por ele. O outro motivo é que hoje faz um ano que falei pela primeira vez com a mulher que eu amo. Faz um ano que ela me encantou pela primeira vez, e vem sempre me encantando cada vez mais. Eu amo você, San!

Por esse dia especial, quero deixar um vídeo absolutamente LINDO!

sábado, 22 de outubro de 2011

Para você...

Eu não sei o que você fez... só não me parece justo que tenha feito. Faz algum sentido isso? Pra mim faz, de alguma maneira. Não que eu esteja preocupada em fazer sentido só...enfim. É justo que alguém, encante, apaixone, inebrie tanto alguém? É justo que alguém mexa tanto com os sentidos e sentimentos de uma pessoa, dessa forma? Me parece que querer não passar por isso, é querer ser melhor que as outras pessoas, sabe o que todos dizem: “Todos sofrem por amor, um dia”. Eu confesso que já pensei que nunca aconteceria comigo, mas hoje eu nem quero me isentar disso, só quero que seja o que for “isso”, eu esteja ao teu lado. Eu não estou madura o suficiente para pensar “Que ela seja feliz, mesmo que não seja comigo.” Porque mesmo querendo sua felicidade, eu quero você comigo, porque você me faz falta. Muita! E também por muitos outros porquês, mas de que adiantaria enumera-los, se quando queremos alguém, não precisamos de razão? Acho que repeti muitos “eu”, como uma criança mimada. Será que todos perdem um pouco da maturidade quando se trata de amor? Sei que já agi com muita imaturidade. O engraçado é que paradoxalmente, amadureci muito contigo nesses meses, muito mesmo. Apesar dos muitos “eu”, penso na sua felicidade todo o tempo. E sabe? Todo o tempo me pergunto: Você vai mesmo ser mais feliz longe de mim? Vamos ser mais felizes? Sei que também de alguma forma, estou pensando em mim, quando a única resposta em que consigo pensar é não. Lembra daquela frase que te mostrei um dia? "Eu não vim aqui pra dizer que não posso viver sem você. Eu posso... Só não quero." Por isso, não estou aqui dizendo que não vamos ser felizes "nunca mais" por estarmos separadas, ou essas coisas que a gente pensa quando está sofrendo. O que eu estou dizendo é que quero dividir minhas felicidades com você. Toda vez que estou feliz, desejo que esteja comigo, e anseio pelo momento em que vou poder contar pra você e dividir isso. E mais ainda pelo momento em que não vou precisar contar, por você estar presente, tomando parte dessa alegria. Há coisas e pessoas na vida que valem à pena, e para mim, você vale muito à pena.  EU AMO VOCÊ! E não quero, toda vez que sentir saudade, pensar: “E se eu tivesse feito isso? E se eu tivesse tentado mais? E se.... Eu tivesse dito que no dia em que ela disse ‘Já deu, acabou’, eu ia propor um recomeço?” Você me fez uma pergunta e... não,  eu não sei a reposta. Não sei se temos ou teríamos “futuro”, só sei que quero ter um presente com você. Nessa madrugada, fez nove meses de uma “madrugada tensa”, e coincidentemente também foi madrugada de sábado, então... Quero dizer que sinto saudades e... Feliz aniversário, meu amor!


One, you're like a dream come true       
Two, just wanna be with you
Three, girl it's plain to see
That you're the only one for me
And four, repeat steps one to three
Five, make you fall in love with me
If ever I believe my work is done
Then I'll start back at one

Back at one with me?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Make-A-Wish Ajudando a realizar sonhos


Realizar sonhos faz bem! Vamos ajudar?


Oi, pessoal!

Estou escrevendo este post para pedir a ajuda de vocês! Dias atrás um amigo veio me falar do trabalho que ele está fazendo com a Fundação Make a Wish, instituição fundada nos Estados Unidos cujo intuito é ajudar crianças com doenças graves a realizarem seus mais profundos desejos. O @dolci é voluntário da Make a Wish Brasil e veio me contar sobre um desejo que irá ajudar a realizar agora, no dia 05 de outubro.
Existe uma garotinha de 11 anos, lá do Rio de Janeiro, que tem um câncer bem grave e é apaixonada pelo Justin Bieber. Todos nós já fomos adolescentes e sabemos como é essa fase. O desejo da menina era um dia poder conhecer o seu ídolo e a Make a Wish Brasil irá torna-lo realidade. Não vou citar o nome da menina aqui e nem o tipo de câncer que ela tem porque o @dolci me contou que as crianças ficam procurando coisas na internet, vasculhando os perfis dos voluntários nas redes sociais para saber se o desejo delas poderá ser realizado.
@Dolci, que é voluntário, irá levar essa garota para assistir ao show e depois conhecer Justin Bieber em seu camarim e estou aqui, pedindo a ajuda de vocês para uma vaquinha! A Make a Wish cobrirá a maior parte dos custos, mas há muitas coisas envolvidas neste desejo como a hospedagem do voluntário, a alimentação, o transporte e etc. Além disso, que é o básico, estou pedindo a ajuda de todos para colaborar com algo especial: meninas são muito vaidosas e ela está prestes a conhecer seu ídolo! Seria muito legal que ela pudesse ter uma roupinha nova, ir ao cabeleireiro se arrumar para se sentir uma “princesa”!
Essa garotinha passa por processos de quimioterapia frequentemente e, por isso, perdeu os cabelos. Gostaríamos que um salão especializado cuidasse de sua peruca e a deixasse bem bonitinha para que ela possa se sentir bem e bonita na presença de Bieber e é por isso que estou aqui, abrindo este espaço no Grandes Mulheres para pedir a ajuda de vocês. Meu pai faleceu de câncer e sou apaixonada por crianças, por isso gostaria de poder fazer algo por essa garotinha que está tão fragilizada. Acho que todos podemos ajudar uma criança a ser mais feliz e a enfrentar uma batalha tão pesada.
Você pode doar R$ 2,00 ou quanto quiser e puder: juntos podemos colaborar para que esse desejo faça a diferença na vida de uma criança que enfrenta uma batalha entre a vida e a morte diariamente. Que tal ajudar? Se você não tem dinheiro, mas conhece gente no Rio de Janeiro que poderia doar um serviço, é válido também! Abaixo coloco o contato do @dolci e também a conta do desejo desta criança para que possam efetuar  o depósito.
Quando o desejo for realizado, postarei, aqui no Grandes Mulheres algumas fotos do encontro para que aqueles que se propuseram a doar tenham a certeza de que o desejo aconteceu e que sua doação não foi em vão. Caso “sobre” dinheiro do desejo desta garotinha, a quantia remanescente será repassada para realizar o desejo de outra criança que enfrenta essa batalha entre vida e morte. O trabalho da Make a Wish é muito sério e eu jamais faria algo que não fosse honesto e verdadeiro!
Quem tiver dúvidas ou quiser doar um serviço, pode entrar em contato com o Fabrício, o @dolci:
Twitter: @dolci
Para fazer a doação, siga as instruções:
Toda doação para o desejo dela terá que terminar com 0,04 centavos. Isso é para identificar que o valor depositado é para essa garotinha específica. É como se ela fosse o número 4, entenderam?
Exemplo: Doação de 10,00 terá que ser de R$ 10,04.
Favor enviar e-mail para sabrina@makeawish.org.br com o comprovante de depósito ou o valor, para melhor controle!
Dados Bancários
Banco: Bradesco
Agencia: 0120
Conta Corrente: 137.653-5
Favorecido: Associação o Poder do Desejo
CNPJ: 10.453.012/0001-25
Quem quiser doar por meio de pagamento digital, acesse este link: http://www.makeawishbrasil.com.br/doacoes/
Outro vídeo (em inglês) que mostra o desejo de um garotinho dos EUA sendo realizado:


Post by site Grandes Mulheres Agradeço que a Paula Bastos, autora do post, tenha permitido a reprodução dele.

No site do Make-A-Wish Brasil tem a opção de doação através dos PayPal e PagSeguro.
Quem puder, nem que seja um valor pequeno, seria legal ajudar.

P.S.: Eu devia ter postado antes, mas acabei ficando sem internet uns dias, por isso: Mesmo que não consiga  ajudar essa menininha especificamente, existem muitas outras crianças que também esperam seus sonhos serem realizados. São coisas pequenas para alguns, mas importantes para eles.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A Piada do Orgulho Hétero

São os "representantes do povo", atacando de profissionais do riso e fazendo o Brasil inteiro rir, e de quebra melhorando a imagem do nosso país no exterior. Ironias à parte, no final do primeiro vídeo eles até falam o que repetimos sempre, e já devia ser sabido por todos: Governo não deve se misturar com religião!



No final das contas, é o que isso é: Uma GIGANTESCA piada de mau gosto. Não só pelos motivos óbvios apontados nesses videos, como por exemplo: PARA QUE dia do "orgulho hétero" se eles não são discriminados por serem heteros? Mas principalmente porque enquanto eles trabalham nesses projetos de lei, INÚTEIS, - que só servem para provar que eles obviamente não sabem o que estão fazendo, - eles deixam de trabalhar em projetos de leis que REALMENTE servem aos interesses do povo que os elegeu. É lamentável, mas devemos prestar bem atenção nesses "gênios", guardar seus nomes, partidos e etc, para estarmos bem cientes nas próximas eleições e votarmos o "menos errado" possível.